Obesidade e síndrome de Down

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Segundo a pediatra Ana Cláudia Brandão, responsável pelo Programa de Síndrome de Down do Hospital Israelita Albert Einstein em São Paulo e colaboradora do Movimento Down, o primeiro cuidado é com a quantidade de comida ofertada.

Segundo ela, as crianças que têm a síndrome necessitam de menos ingestão calórica do que as que não têm. “Se ela comer a mesma quantidade que um amigo da mesma idade, vai ganhar mais peso que o colega”, enfatiza Ana Cláudia Brandão.

O sobrepeso e a obesidade são mais comuns nas crianças com Síndrome de Down do que na população em geral. “É mais frequente por conta do erro alimentar. E quando a criança chega à adolescência já obesa, a chance de vir a ser um adulto obeso é muito grande, o risco de insucesso no tratamento da obesidade é maior”, explica a pediatra. O cuidado com a alimentação desde os primeiros meses de vida é, portanto, importante, assim como em crianças sem necessidades especiais.

A alimentação precisa ser variada, saudável, com mais alimentos naturais. . O que faz diferença é tomar cuidado com a quantidade e oferecer uma dieta rica em fibras e em água, já que é comum essas crianças terem prisão de ventre”, diz Ana Cláudia.

Também é importante que as crianças tenham uma alimentação rica em vitaminas e substâncias antioxidantes. Isso porque o organismo delas sofre mais ação de oxidantes que aceleram o envelhecimento das células. Em boa parte dos casos, uma alimentação balanceada basta para suprir tudo o que a criança necessita. Nesses casos e em outras crianças com dificuldades de aceitação alimentar balanceada, esta possível dificuldade deve ser tratada com o pediatra e até com o nutricionista.

Ana Cláudia lembra que a atividade física é essencial . A pediatra orienta os pais a incentivar os filhos a praticarem atividades físicas e, sempre que possível, fazerem as atividades junto com eles. Fonte

Beijos  Simone Santiago Marques

 



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